
E relembrar-me como andar numa Virago 1100 é tão divertido. É picarrucha, é certo, podia ter um guiadorzito mailargo, e chegar as peseiras mais páfrente, tá bem...
Mas aquele motorzito é delicioso.
Aquela ciclística é inigualável seja em que ferro for.
A forma sensual como se move entre os carros, a lascívia com que quer devorar a estrada livre à frente, a brutidez com que arranca de um semáforo, a delicadeza do bailado que faz nas curvas...
Estou a adorar recordar.
Não há mesmo moto cumá Virago, carago!!!
O único ferro japonês realmente original, e mesmo uma pena, e uma parvoíce terem acabado com aquilo.
Mas eu não sou gajo de marketing, não percebo nada dessas coisas de vendas e lucros, e quejandos...
Sobra o desgosto de não ver uma coisa daquelas modernizada, mas fica sempre o gostinho de ter uma coisa que já não se faz mais...
Obrigado Dinomyte
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