
Eis algo que devia ser ensinado nas escolas de condução. Porque assim fico sem saber o que me quer aquele tipo que balbucia incompreensivelmente de vidro fechado, depois de eu lhe ter metido a porta para dentro com a minha biqueira de aço porque ele não parou num stop e me ia mandando ao chão, não fosse eu desviar-me e o carro atrás de mim parar a tempo.
Assim, fico sem saber se ele me está a pedir desculpa, a desejar um bom dia ou a tentar informar-me que a minha mãe tem um part-time.
Com linguagem gestual, já não haveria este dilema, uma vez que tanto eu como ele com meia dúzia de movimentos das mãos poderíamos indicar as direcções para a mulher da vida que o deu à luz ou qualquer outra informação útil, sem ficar na duvida do que exactamente se quer dizer.
Fica a sugestão.
On a further note, e a acrescentar algo a este texto já com alguns mesitos (creio mesmo que anos, mas tinha que encher o dia de ontem com qualquer coisa), acho que também devia haver escolas para ensinar linguagem gestual dos putos aos pais. Assim quando o Feijão quisesse que lhe mudassem as fraldas porque deu uma cagada, podia avisar o pessoal, em vez de ficar à espera que a gente desse pelo cheiro a rosas.
Era porreiro...
2 comentários:
Ficaste bem na foto, ja vi que de andar no karate, ficaste mais escurinho, de tanta porrada que levaste.
Quanto ao cheiro a rosas...não terás que esperar por ele, é simultâneo ao acto, mas às vezes convém esperar uns segundinhos antes de atacar a fralda, para não ficarmos gaseados...
muitos beijos,
Sandra
Enviar um comentário