
Cinco anos volvidos, fim de semana prolongado novamente e prepara-se uma viagem de saudosismo, que eu sou muito dessas coisas de nostalgia e tal, apesar de saber perfeitamente que as coisas nunca se repetem. Mas por vezes, descobrem-se coisas novas, nem melhores, nem piores, diferentes. Foi o que aconteceu com esta viagem.
Percurso algo semelhante ao de há cinco anos atrás, mas sem o desvio para Albufeira. Também mais campo, menos cidade, paragens diferentes, companhia quase toda renovada, em que das onze motos e onze condutores de há meia década atrás, sobram só três condutores, moi même incluso, e uma moto. Ao de resto, tudo renovado.
Água de Todo o Ano foi desta vez o local de paragem para repasto, no Cantinho Brasileiro, onde se pediu um bitoque de salsicha e uma naifa com ovo. Curiosamente, nem um nem outro foram servidos.
Paragem desta vez demorada na já mítica Estação das Mouriscas, para a conhecer e apanhar o momento, e nas Mouriscas propriamente ditas, para atestar. Os condutores, só, que ali não havia gasosa.
O resto da viagem, sem incidentes, muito divertida, caminhos e curvas fantásticos, por Penamacor e afins, até ao Sabugal. O meu agradecimento aos novos Cavaleiros do Apocalipse que reviveram comigo. Éramos quatro. A Harley Davidson do Director de Percurso, a Pan European do Controlador de Velocidade, a XJ900 do Megafone de Serviço, e claro, a outra Harley Davidson do vosso escriba.
Bem hajam os meus companheiros de viagem.
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