
No seguimento dos horários rígidos, combinou-se às 11.30 do lado de lá da Vasco da Gama, onde escrupulosamente se cumpriu a tradição de chegar hora e picos, mais cousa menos cousa... atrasados.
Com o intuito de estar em Beringel por volta da uma da tarde, às duas ainda se andava perdido algures na margem sul à procura do Pinhal Novo. Isto porque toda a comitiva cometeu o mesmo erro que pensei que nunca mais fossem cometer, depois do que se passou das outras quatrocentas e doze vezes: foram todos atrás do Ventoinha. E o Ventoinha para ir para o Pinhal Novo passa primeiro por Camberra ou Tóquio. Acabámos por chegar a Beringel eram já umas três e trocos, bem a tempo ainda de dar cabo do porco no espeto e da cerveja e de fazer figuras tristes no karaoke.
Boa companhia, excelente comida, boa bebida, recepção extraordinária do GM, ao nível de que já estamos mais do que habituados.
Foi a primeira vez que fui a um aniversário, e não me cheira que vá faltar a mais nenhum.
E a concentração está já aí à porta...
Sem comentários:
Enviar um comentário